Júpiter é o quinto planeta a partir do Sol e o maior do Sistema Solar, um gigante gasoso capaz de comportar mais de mil Terras em seu volume.
Embora não tenha uma superfície sólida, ele impressiona por sua atmosfera turbulenta, cheia de nuvens coloridas e tempestades gigantescas, como a Grande Mancha Vermelha, ativa há séculos. Composto principalmente de hidrogênio e hélio, Júpiter continua sendo um mundo extremo e misterioso, essencial para entendermos a formação dos planetas gigantes.
A temperatura em Júpiter varia de forma extrema, principalmente porque o planeta não possui uma superfície sólida e suas camadas atmosféricas são muito diferentes entre si. Nas regiões superiores das nuvens, as temperaturas podem chegar a –145 °C, enquanto nas camadas profundas, próximas ao núcleo, os valores sobem drasticamente, alcançando milhares de graus Celsius devido à intensa pressão interna. Sua atmosfera densa e turbulenta distribui mal o calor, criando zonas frias, tempestades gigantescas e ventos entre os mais rápidos do Sistema Solar.
O tempo que Júpiter leva para girar uma vez em torno do próprio eixo é de aproximadamente 9 horas e 56 minutos. Isso faz com que o gigante gasoso tenha o dia mais curto de todo o Sistema Solar. Sua rotação extremamente rápida contribui para a intensa dinâmica atmosférica do planeta, criando faixas de nuvens alongadas e tempestades poderosas que circulam em alta velocidade.
Júpiter possui um diâmetro gigantesco, de aproximadamente 139.820 km, o que o torna mais de 11 vezes maior que a Terra. Sua massa imensa gera uma gravidade superficial cerca de 2,5 vezes maior que a terrestre, ou seja, se fosse possível pisar em sua superfície, você pesaria mais do que o dobro do seu peso na Terra. Esse tamanho colossal é uma das principais características que definem Júpiter como o maior planeta do Sistema Solar.
A “superfície” de Júpiter revela alguns dos fenômenos atmosféricos mais impressionantes de todo o Sistema Solar:
Em Júpiter, tempestades intensas podem transformar carbono em grafite e diamante, criando um cenário único onde cristais preciosos se formam e caem como chuva.
Esse fenômeno surpreendente revela como a atmosfera do gigante gasoso abriga processos extremos e exóticos, ampliando nosso entendimento sobre a complexidade dos planetas do Sistema Solar.